Nem sempre o mais importante é vencer, como ensinar isso?

Neste momento estamos vivendo uma crise que é financeira, mas também é moral, enquanto o mundo discute os efeitos catastróficos da queda das bolsas, do desaparecimento do dinheiro, do encolhimento dos mercados de consumo, fico pensando. O dinheiro sumiu o que eu posso fazer, era virtual, Ele não era de verdade. Era tudo uma mentira. Mentimos crescimentos, mentimos consumos, e outras mentiras como classe social, paises e outras mentiras.

Quem é sábio sabe que dinheiro que se ganha na roda da especulação financeira é dinheiro morto. Dinheiro sem alma. Dinheiro que vem de dinheiro para virar mais dinheiro.

Tem pais se preocupando em ensinar os filhos matemática financeira por acreditar que isso ira ajuda-lo a ter sucesso na vida, mas antes de saber lidar com dinheiro, talvez fosse mais importante que eles aprendessem a lidar com as idéias de desperdício e uso consciente, de aproveitamento e reaproveitamento, e outras coisas como não ser caridoso, ser uma pessoa ética, conceitos que parecem meio que ultrapassados hoje.

E não pense que se trata de passar altos conceitos de ecologia ou de filosofia, deve se começar por modelos simples que qualquer criança poderá entender, pode se começar tipo pela culinária, usando as medidas certas, dessa forma as receitas dará sempre certo.

Também podem se ensinar coisas como saldo de brinquedos, o que também fazer com a receita de um aniversario, ou coisas como brinquedo que fica parado não rende brincadeira nem felicidade. Melhor, quem sabe, passar adiante os mais antigos.

Mas acredito que uma coisa importante que não se deve perder tempo em passar, e ensinar logo, e coisas como a idéia de deixar as coisas para depois é o primeiro passo para o endividamento do crédito, como “depois eu arrumo o armário, depois eu janto, depois isso ou aquilo”. Nesse momento eu não tenho, mas eu desejo, mas te pagarei quando puder ou tiver como pagar.

Devemos ensinar aos filhos a ter dignidade que existe no perder. A sabedoria que mora no não saber. A felicidade que é dividir. A delícia que é somar, que não queiram somente o lucro, essas coisas são muito importante, mas andam esquecidos, mas são valores, grandes valores.

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