Alimentação infantil saudável e suplementos nutricionais

Indicados por médicos pediatras e nutricionistas, os suplementos completos e balanceados são ideais para evitar que as crianças entrem em risco nutricional, quando recusam alimentos

Manter a alimentação das crianças saudável é tarefa extremamente difícil para os pais. Especialmente quando os pequenos apresentam desinteresse pela comida e constantes oscilações nas preferências alimentares. Essas crianças, chamadas pelos especialistas de picky eaters (termo que pode ser traduzido como comedores seletivos), começam a apresentar esse comportamento, geralmente, entre dois e cinco anos e costumam deixar os pais com os “cabelos em pé”. As dificuldades de alimentação podem gerar problemas no progresso cognitivo, no desenvolvimento e no crescimento natural das crianças.

Diante deste cenário, os suplementos alimentares mostram-se como boa opção para evitar que o estado nutricional da criança fique em risco. Em muitos casos, o uso de suplementos nutricionais se faz necessário. PediaSure é um dos principais suplementos disponíveis no mercado. Elaborado pela Abbott, o produto é um alimento em pó com fórmula balanceada e equilibrada – fonte de proteínas, lipídeos, carboidratos, vitaminas e minerais. Não interfere no apetite da criança, pois sua fórmula permite que seja facilmente digerido e absorvido pelo organismo; e não tem como objetivo substituir refeições, mas sim fornecer um equilíbrio à alimentação natural.

Para manter a alimentação saudável

Por outro lado, lançar mão de algumas estratégias para despertar o interesse dos pequenos pela comida pode acalmar os ânimos à mesa. Apostar em preparações mais atrativas para a criança pode ser uma boa dica. Apresentar pratos coloridos, fazer carinhas com a comida e oferecer o alimento rejeitado pelo menos dez vezes, em refeições e com apresentações diferentes (modo de preparo: cozido, frito, assado, purê). Brincar com o alimento, mas não brincar com a alimentação. Isto é, não distrair, não enganar, não forçar, não castigar ou premiar. O famoso aviãozinho, por exemplo, está fora de cogitação, pois é uma maneira de enganar, distrair a criança. A criança precisa se concentrar na atividade da refeição, sentir o sabor dos alimentos e entender a sensação de fome e de saciedade. Com uma distração, que pode ser a TV também, a criança, e qualquer pessoa, come automaticamente. Às vezes, pode comer mais do que o suficiente para saciar sua fome. É muito importante que os pais imponham limites aos filhos – horários para as refeições, locais apropriados, ritmo de alimentação sem exageros na duração.

Os hábitos da família têm enorme peso nas decisões da criança. O estimulo do apetite deve começar antes mesmo que a criança passar para a alimentação adulta, durante a amamentação. Os sabores e odores do leite materno dependem de quais alimentos a mãe ingere e são sentidos pelos bebês quando amamentados. Quanto mais variedade e qualidade de alimentos a mãe consumir, melhor será a aceitação da criança quando tais itens forem incluídos em seu cardápio.

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