MITOS E VERDADES SOBRE A ALIMENTAÇÃO NA GRAVIDEZ

Mas, afinal, o que é verdade e o que é mito quando se fala em alimentação durante a gestação? A médica nutróloga e ortomolecular Liliane Opperman relacionou algumas das principais dúvidas de mulheres grávidas e apresenta agora a resposta certa para cada uma delas:
Ficar sem comer evita o enjôo?
MITO – Pelo contrário, ficar sem comer pode comprometer e muito a saúde da mãe e do bebê, além de intensificar os enjôos. “Estômago vazio aumenta a sensação de mal estar causando assim mais enjôos, além disso, pode gerar doenças como a hipoglicemia”, exemplifica a nutróloga.
Mulher Grávida deve comer por dois?
MITO – Segundo a médica o bebê não precisa da mesma quantidade de nutrientes que a mãe, portanto, não há necessidade de duplicar a alimentação. “O que recomendamos é um aumento em torno de 200 e 300 calorias a mais por dia, compensando as necessidades da criança e também da mãe.
Café faz mal para grávidas?
VERDADE – O café possui cafeína, um estimulante que acelera o metabolismo e aumenta a freqüência cardíaca da mãe, o que também pode refletir no bebê. “O cuidado com a ingestão de cafeína deve permanecer inclusive, após o parto, caso a mãe esteja amamentando. Quando tomado em excesso na gestação, o café pode, inclusive, acometer um aborto”, revela a médica.
Comer chocolate pode prejudicar meu bebê?
VERDADE – Se consumido em excesso o chocolate pode causar cólicas na criança, e não é só o chocolate não, refrigerantes e café também são nocivos. O chocolate deve ser consumido em menor quantidade a vida inteira, já que contém gorduras e açucares que com tempo enfraquecem o organismo.

Canja e Leite Quente auxiliam na amamentação?
MITO – Apesar de não serem contra-indicados, esses alimentos não possuem ligação direta com a produção de leite. “O que ocorre é que alimentos ingeridos mais quentes causam um relaxamento que eventualmente favorece a produção de leite materno. Mas, existem hoje determinados produtos específicos para isso, como o Broto de Afalfa, por exemplo,”.

Fonte- Médica Nutróloga e Ortomolecular Liliane Oppermann
Site- www.doutoraliliane.com.br

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